TÊKA TOTI

Sou uma pessoa super extrovertida, amiga para todas as horas, pessoa que pode dar sentido a vida de alguem, fazendo do dicícil, fácil; amante do seio familiar, super dinâmica, criativa e muito comunicativa, além de ...

4/20/2006

4/18/2006

Síntese do Cap I

Feita por:
. Joana Paixão
. Maitê Dias
. Joselice Nascimento
. Liliane Santos
. Vinicius Silva

1. Superação do senso pedagógico:
O docente de Ciencias Naturais precisa ter o dominio de teorias cientificas bem como tecnológicas, entretanto isso não é suficiente para um adequado desempenho pois é necessário fugir do senso comum pedagógico, que nos circunda onde o conhecimeto ocorre pela mera transmissão mecânica de informações, transformando a Ciência em Ciência morta.

2. Ciências para todo
Para ser uma Ciencia de Todos, a ciências não pode ser tratada como estática (moldada, pré-definida) pois as situações dos alunos, crenças, valores, contextualizações mudam, até mesmo o conhecimeto adquirido através de pesquisas gera necessidades de mudanças na atualização dos professores. A ciência precisa se fazer alcançável para o público alvo em questão.

3. Ciência e Tecnologia como cultura
A importância de propocionar o conhecimento junto a tecnologia causa um efeito positivo no ensino da ciência, tornando ela mais participativa formando cidadão conhecedor de seus direitos e da sua cultura. Cabe ao professor se apropiar dessas novas tecnologias e entender todo o mecanismo de ensino. Apesar das dificuldades que o professor enfrenta, é importante saber que a ciência e a tecnologia estão explicitamente presente numa sociedade contemporânea.

4. Incorporar conhecimento
Com as novas tecnologias existentes o conhecimento ficou limitado e há uma certa dificuldade em incorporar as práticas docentes a essas tecnologias, uma vez que a ciência não é estática.

5. Superação do livro didático
O professor não deve seguir somente o livro didático, ou seja, não pode ser refém dessa única fonte, por melhor que venha a torna-se sua qualidade. Cabe ao professor buscar novos recursos didáticos (revistas, jornais, blogs...) e viver a ciência no real - Teoria e Prática.

6. Aproximação entre Pesquisa e Ensino de Ciências
A educação em ciências deve está em constante pesquisa visando encontros com educadores dessa área levando-os as discussões e a busca de qualidade nas investigações. Os resultados dos mesmos apesar de ser satisfatório na prática tem tornado-se sofrível sendo esse um desafio de vencer.

PESSOAL...por um equívoco, sqci de postar o nome de "Vinícius" na resposta referente ao Cap I.
Desculpem a falha mas é q c tantas atividades, realmente surtei por alguns segundos
e marquei bobeira nesse aspecto.
Bjs a todos!!!

4/12/2006

Nesses dias a presença desse meu anjo, está mais forte e essa música representa para mim o retrato da minha admiração e da minha vontade de ter cada vez mais constante em minha memória os momentos com o meu PAI.
Naquela mesa
(Sérgio Bittencourt)

Naquela mesa ele sentava sempre
E me dizia sempre o que é viver melhor
Naquela mesa ele contava histórias
Que hoje na memória
Eu guardo e sei de cor
Naquela mesa ele juntava gente
E contava contente o que fez de manhã
E nos seus olhos eram tanto brilho
Que mais que seu filho, eu fiquei seu fã

Eu não sabia que doia tanto
Uma mesa no canto, uma casa e um jardim
Se eu soubesse o quanto dói a vida a vida
Essa dor tão doída, não doía assim
Agora resta uma mesa na sala
Que hoje ninguém mais fala no seu bandolim
Naquela mesa tá faltando ele
E a saudade dele tá doendo em mim
Naquela mesa tá faltando ele
E a saudade dele tá doendo em mim.

4/08/2006

Relatório de visita:
Equipe:
Joana Paixão
Joselice Nascimento
Maria Teresa Dias


Instituição: Escola Estadual Hildete Lomanto
Fundada na época do presidente Castelo Branco, em janeiro de 1967, reformada em 1993 pelo então governador Antônio Carlos Magalhães.
Endereço: RUA PREDILIANO PITA, 22 - FAZENDA GARCIA.
Telefone: (71) 3235-8679
Home: hildetelomanto@ig.com.br
Seriação: 5ª á 8ª
Turnos: Matutino / Vespertino
Alunos: média de 35 por sala
Salas: 23, mas no turno matutino só 19 e no vespertino 14.
A matrícula dos alunos se dá de forma direta, esse ano através de matrícula informatizada tendo como prioridades a matrícula dos alunos antigos.
Dependências físicas:
· Banheiros: cerca de 10 cabines, onde 05 estão ocupadas por materiais diversos; não tem material de higiene (papel higiênico); pia corre perigo de desabamento; tem iluminação, água e tem um asseio constante.
· Pátio:
- Externo: banco com vergalhões expostos podendo causar um acidente, quadra sem cobertura, aspecto de aprisionamento dos alunos.
- Interno: tem telefone público; todas as dependências são gradeadas, essas são: salas de professores, secretaria (direção, vice-direção, supervisão), almoxarifado, mecanografia, auditório, cantina e até os banheiros. As infiltrações nas salas de aula são constantes, inclusive uma turma foi remanejada para o auditório; possuem várias áreas com murais, inclusive existe um destinado para as atualidades de ciências.

PERCEPÇÕES DA EQUIPE (quanto ao espaço físico):
Logo na entrada da escola tivemos a impressão de uma prisão, a maioria dos espaços são gradeados e o portão principal é todos fechado com apenas uma escotilha de onde o porteiro olhar quem chega á escola. Os funcionários não se mostraram receptivos aos alunos, desde a secretaria até a atitude de alguns educadores, nos pareceram rígidas com os alunos.
Na cantina existem 08 mesas com bancos e um espaço ao fundo, onde está localizado uma mesa de ‘totó’ e uma outra sala repleta de livros dos mais variados temas, dos quais os alunos não têm acesso, pois é também gradeada. Na mesma a ventilação se dá por ventiladores de teto. A nutricionista acompanha esporadicamente (fiscalização) e as merendeiras recebem um curso anual.
Existe um sistema de som, no qual a direção da escola é que faz a programação das músicas e passam para os alunos, através de caixas de som situadas na cantina, no pátio e nas salas.

Em sala de aula:
DADOS DA DOCENTE:
Professora: Maria Daniela Moreira Santan’A
Telefone: 3336-0994
e-mail: msantana.ssa@ftc.br
Formação: Bacharel em Biologia,
Pós-graduação em Genética
Mestrado em Ecologia e Biomonitoramento
Tempo de profissão: 10 anos

DADOS DA TURMA:
Série observada: 7ª série
Turno: matutino
Nº de alunos: 35
Nº de horas/aulas semanais: 20hs, 50 min de duração cada aula.
Livro: Ciências Novo Pensar, 7ª série; Demétrio Gowdak e Eduardo Martins – FTD

PERCEPÇÕES DA EQUIPE (quanto à aula):
1. Delegação de atividades para os líderes da turma: “silenciação”
2. A princípio a docente realizou uma revisão do conteúdo que estavam estudando, porém parecia uma aula expositiva (sem a participação da turma). A impressão que tivemos é que eles nunca viram aquele assunto.
Assunto: Organização dos seres vivos
3. Alunos inquietos e dispersos
4. Aula no auditório, pois a sala está em reforma, devido ás infiltrações.
5. Cadeiras arrumadas em 3 filas horizontais, muito juntas.
6. Sala com boa ventilação e luminosidade, bastante ampla.
7. O álbum seriado (0,50x 1,00) é utilizado como quadro branco

Em conversa com a professora, ficamos de voltar a observar essa turma na terça-feira (11/04) no horário das 11hs, para podermos analisar as possibilidades do tema para o projeto, a princípio surgiu a indicação de trabalharmos com a RECICLAGEM. Mas uma confirmação do tema, só com uma outra análise da turma.

Stou atualizando o meu blogger...spero não ter sqcido
de nenhuma postagem solicitada pela disciplina ENSINO.
Sei q agora só falta o bendito relatório da visita na Escola,
vms a ele!!!


Esqci d publicar a resposta do capítulo1 do ql o nosso grupo (eu, Joana, Jose, Lili) ficamos encarregadas, mas aí vai.
Educação em Ciências e Prática Docente/ Desafios para o ensino de Ciências
* Tendo visto os desafios apontados no capítulo, quais são as deficiências em sua formação e como elas poderiam ser sanadas?

A deficiencia em formação consiste na sua formação acadêmica, onde deveria ter no seu curriculo disciplina voltado para tecnologia na educação. Hoje já encontramos em alguns curriculos de licenciatura essa disciplina ou parecida. Além disso, há professores que tem resistência no que se refere novo, pois já está acostumado a trabalhar há anos da maneira que sabe e quando se fala de aprender o novo se assusta; Outros tem fobia quando se fala em tecnologia.

Poderia ser sanadas capacitando professores que já trabalham a tempo e nunca trabalhou com tecnologia;´Deveria haver uma diminuição da carga horária do professor para ele se dedicar parte do tempo a essas tecnologias; O ambiente deve ter espaço físico de qualidade e disponibilidade de recursos para se trabalhar.


ALGUMAS DIFICULDADES E SOLUÇÕES NO ENSINO
E APRENDIZAGEM DE CIÊNCIAS NATURAIS

A despeito de sua importância, do interesse que possa despertar e da variedade de temas que envolvem, o ensino de Ciências Naturais tem sido freqüentemente conduzido de forma desinteressante e pouco compreensível.

São inúmeras as pesquisas, buscando contribuir para o ensino, que investigaram como crianças e jovens pensam diferentes conteúdos e elaboram idéias científicas, demonstrando seu modo de pensar distinto do adulto. A mobilização de conhecimentos adquiridos pela vivência e pela cultura relacionados a muitos conteúdos em situações de aprendizagem na escola é um pressuposto básico para a aprendizagem significativa.

Assim, o estudo das Ciências Naturais de forma exclusivamente livresca, sem interação direta com os fenômenos naturais ou tecnológicos, deixa enorme lacuna na formação dos estudantes. Sonega as diferentes interações que podem ter com seu mundo, sob orientação do professor. Ao contrário, diferentes métodos ativos, com a utilização de observações, experimentação, jogos, diferentes fontes textuais para obter e comparar informações, por exemplo, despertam os interesses dos estudantes pelos conteúdos e conferem sentidos à natureza e à ciência que não são possíveis ao se estudar Ciências Naturais apenas em um livro.

Buscando superar a abordagem fragmentada das Ciências Naturais, diferentes propostas têm sugerido o trabalho com temas que dão contexto aos conteúdos e permitem uma abordagem das disciplinas científicas de modo interrelacionado, buscando-se a interdisciplinaridade possível dentro da área de Ciências Naturais.

APRENDIZAGEM SIGNIFICATIVA DOS CONTEÚDOS:
Para pensar sobre o currículo e sobre o ensino de Ciências Naturais o conhecimento científico é fundamental, mas não suficiente. É essencial considerar o desenvolvimento cognitivo dos estudantes, relacionado a suas experiências, sua idade, sua identidade cultural e social, e os diferentes significados e valores que as Ciências Naturais podem ter para eles, para que a aprendizagem seja significativa.

O interesse e a curiosidade dos estudantes pela natureza, pela Ciência pela Tecnologia e pela realidade local e universal, conhecidos também pelos meios de comunicação, favorecem o envolvimento e o clima de interação que precisa haver para o sucesso das atividades, pois neles encontram mais facilmente significados.

Dizer que o aluno é sujeito de sua aprendizagem significa afirmar que é dele o movimento de ressignificar o mundo, isto é, de construir explicações, mediado pela interação com o professor e outros estudantes e pelos instrumentos culturais próprios do conhecimento científico. Mas esse movimento não é espontâneo; é construído com a intervenção fundamental do professor.

É importante, portanto, que o professor tenha claro que o ensino de Ciências Naturais não se resume na apresentação de definições científicas, como em muitos livros didáticos, em geral fora do alcance da compreensão dos alunos. Definições são o ponto de chegada do processo de ensino, aquilo que se pretende que o estudante compreenda e sistematize, ao longo ou ao final de suas investigações.

PCN de Ciências Naturais:
Os Parâmetros Curriculares Nacionais foram elaborados procurando, de um lado, respeitar diversidades regionais, culturais, políticas existentes no país e, de outro, considerar a necessidade de construir referências nacionais comuns ao processo educativo em todas as regiões brasileiras. Com isso, pretende-se criar condições, nas escolas, que permitam aos nossos jovens ter acesso ao conjunto de conhecimentos socialmente elaborados e reconhecidos como necessários ao exercício da cidadania.

Os Parâmetros Curriculares Nacionais de Ciências Naturais são dirigidos aos educadores que têm como objetivo aprofundar a prática pedagógica de Ciências Naturais na escola fundamental, contribuindo para o planejamento de seu trabalho e para o projeto pedagógico da sua equipe escolar e do sistema de ensino do qual faz parte.

Os Parâmetros Curriculares Nacionais de Ciências Naturais dividiram a disciplina em quatro grandes eixos de estudo para ensino no terceiro e quarto ciclos de estudos. Vale lembrar que, assim como nas demais matérias, a propos­ta dos PCN não é estanque e pode ser moldada a critério do professor e de acordo com a identi­ficação dos alunos. Os eixos temáticos são: "Terra e Universo", "Vida e Ambiente", "Ser Humano e Saúde" e "Tecnologia e Sociedade".

Mostrar a Ciência como elaboração humana para entender o mundo é a meta para o professor. É necessário favorecer a postura reflexiva e in-vestigativa e colaborar para a construção da auto­nomia de pensamento e de ação. O ensino de Ciências Naturais não pode ser voltado para um futuro distante. Conhecer Ciência é ampliar a possibilidade de participação social e desenvol­vimento mental e, assim, capacitar o aluno a exercer desde já seu papel de cidadão do mundo.

Saiba como planejar uma atividade:
Os PCN de Ciências apresentam como su­gestão uma possível sequência de etapas para o planejamento das atividades. Confira:
• Apresente o tema à classe. Pode ser uma simples exposição oral ou acompanhada de al­gum recurso didático, como o trecho de um fil­me ou uma notícia de jornal. Apresente fatos, le­vante interpretações e dúvidas para organização do trabalho.
• Delimite os problemas que serão investi­gados e formule hipóteses para sua solução. Co­nhecimentos prévios dos alunos devem ser regis­trados coletivamente, para posterior comparação.
• Chegou a fase da investigação. Incentive a utilização de diferentes fontes de informações e outros recursos didáticos, como jogos e simu­lações. Durante essa etapa, os estudantes rees-truturam suas explicações com a confrontação das hipóteses iniciais e as informações obtidas.
• A avaliação, individual ou em grupo, po­de ser em forma de seminário, relatório ou outro meio que mostre a sistematização final de co­nhecimentos.
Por último, peça uma auto-avaliação dos alunos. A comparação entre conhecimentos pré­vios e os resultados finais é interessante para a turma reconhecer e valorizar o processo de aprendizagem.

Avaliação deve ser permanente:
A tradicional avaliação com base em provas individuais ao final de cada período não de ser a única maneira de verificar o aprendizagem do aluno, embora não possa ser dispensada, aproveitamento pode ser diagnosticado com mais abrangência se forem utilizadas outas técnicas. Em Ciências são muitas as formas de avaliações possíveis. De modo geral, podem ser agrupadas em dois segmentos:
• De um lado, incluem-se a observação sistemática durante as aulas sobre as perguntas feitas pelos alunos, as respostas dadas, registros de debates, entrevistas, pesquisa filmes, experimentos, os desenhos de observação etc.;
• Em outro plano, estão as atividades específicas de avaliação, como comunicações em pesquisa, participação em debates, relatório de leitura, experimentos e provas dissertativa ou de múltipla escolha.
Por fim, a ava­liação deve considerar o desenvolvi­mento dos estudan­tes não só na aquisi­ção de conceitos, mas também proce­dimentos e atitudes.

Desse modo, estes Parâmetros Curriculares Nacionais oferecem material para que professores desenvolvam sua prática, estudo e reflexão. Contudo, toda atividade de sala de aula é única, acontece em tempo e espaço socialmente determinados; envolve professores e estudantes que têm particularidades quanto a necessidades, interesses e histórias de vida. Assim, os materiais de apoio ao currículo e ao professor cumprem seu papel quando são fontes de sugestões e ajudam os educadores a questionarem ou a certificarem suas práticas, contribuindo para tornar o conhecimento científico significativo para os estudantes.

4/01/2006

"Deficiente" é aquele que não consegue modificar sua vida, aceitando as imposições de outras pessoas ou da sociedade em que vive, sem ter consciência de que é dono do seu destino.
"Louco" é quem não procura ser feliz com o que possui.
"Cego" é aquele que não vê seu próximo morrer de frio, de fome, de miséria. E só tem olhos para seus míseros problemas e pequenas dores.
"Surdo" é aquele que não tem tempo de ouvir um desabafo de um amigo, ou o apelo de um irmão. Pois está sempre apressado para o trabalho e quer garantir seus tostões no fim do mês.
"Mudo" é aquele que não consegue falar o que sente e se esconde por trás da máscara da hipocrisia.
"Paralítico" é quem não consegue andar na direção daqueles que
precisam de sua ajuda.
"Diabético" é quem não consegue ser doce.
"Anão" é quem não sabe deixar o amor crescer.
E, finalmente, a pior das deficiências é ser miserável, pois
"Miseráveis" são todos que não conseguem falar com Deus.
Mário Quintana

3/29/2006

Dream's Angels

Aprofundando a minha experiência com a Edc, tenho a relatar a grande problemática dos meus alunos, que é a de se reconhecerem como agentes transformadores da sociedade em que estão inseridos. Esse processo se deve ao fato deles não terem nenhum referencial dessa possível mudança, pois são filhos de famílias sem instrução e sem nenhuma preocupação quanto a educação. Nosso principal projeto com esses Jovens é uma busca pela reconstrução da Identidade, eles precisam se reconhecer seres competentes e construtores de sua própria história. A idéia central da atividade é que os jovens, possam reconhecer no seu bairro de origem (Liberdade), fatores que os permitam serem agentes dessa sociedade, utilizando os dons e recursos que cada um tenha. Acredito que as causas desse nosso projeto, sejam realmente essa necessidade que sentimos (educadores) dos jovens se perceberem no espaço crítico-social. Pois em sala eu posso perceber que alguns alunos tem uma potencialidade "ímpar', mas se sentem oprimidos e reprimidos no espaço escolar. Ontem tive uma conversa com um dos nossos alunos, onde ele me demonstrou a sua realidade...filho de pais intruídos (caso excepcional), por uso de drogas, abandonou a escola e se lançou em busca de novos mecanismos e meios de aprendizagem - escola da Vida. Hoje, com 25 anos ele percebe a necessidade de regressar á escola e investir nos seus estudos mas consegue entender que o tempo perdido não volta mais e que as oportunidades, terão que ser novamente alcançadas. Esse é um caso dos 90 alunos que leciono, pensando nessa melhoria e nessa busca de oportunidade (ainda que pareça atrasada) é que me debruço nas atividades e projetos para auxiliar nessa reconstrução da identidade perdida e marginalizada.

3/28/2006

...não perca tempo, faça o que quer, demonstre o amor que sente, lute pelos seus sonhos, conquiste pessoas, abra seu espaço, construa seu caminho, sua trajetória, seja flexível, esteja preparado, não se ganha todas as lutas, acredite em você, não julgue pelas aparências, e se alguma coisa der errado, recomece....reconstrua o que for preciso, porque a vida é feita de altos e baixos,seja agradável, nunca revida com ódio, mantenha a calma, ainda que seja difícil, não queira o mal a ninguém, por mais que esse tenha feito a você, não deixe de escutar conselhos, diga as pessoas o quanto elas são especiais, gaste tempo com você, faça o que você gosta, seja positivo, dê o melhor de si, não guarde e muito menos alimente o rancor, ele apodrece a alma, faça tudo com amor, esteja pronto a ouvir, pois, a vida passa, muito rápido, como um trem, na plataforma, esteja preparado, muitas oportunidades não passam por nós duas vezes, esteja bem com você mesmo, assim, independente das circustâncias, você estará FELIZ!!!!!